C&A abre vagas de emprego e tenta atrair transgêneros e refugiados

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A C&A já se movimenta para ampliação de seu quadro de funcionários para atender a alta demanda de Natal. A ideia é aumentar 30% o número de trabalhadores.

São 5.000 novas vagas temporárias de emprego, com as quais a empresa também tenta chegar a candidatos transgêneros, transexuais, travestis e refugiados.

A ação é fruto de uma parceria com a associação Transempregos e Missão Paz, com foco nas políticas de diversidade da empresa.

Para concorrer à vaga, não é necessário ter experiência na área, mas é preciso ter ensino médio completo, interesse em estudar e em moda. As inscrições podem ser feitas pela internet.👈

A C&A não divulga números de quantos funcionários desses grupos há em seu quadro. “Podemos afirmar que não estamos medindo esforços para alcançar a maior diversidade possível”, diz em nota.

“Entendemos que a representatividade é muito importante na construção de uma sociedade mais consciente”, completa

Nas redes sociais, internautas elogiaram a ação da marca, enquanto outros não concordaram.

“C&A, vc é um exemplo que os tais ‘cidadãos de bem’ deveriam seguir! Ganharam uma cliente fiel”, diz um comentário no perfil do Facebook da empresa. Enquanto isso, um internauta contra a ação se manifestou: “Lamentável, pois ninguém deve ser contratado ou não, pela sua opção sexual.”

Em 2016, a C&A já teve uma campanha que gerou certo descontentamento de parte da sociedade, incluindo uma pastora. Ana Paula Valadão pediu boicote à rede por causa da campanha “Tudo junto e misturado”. Na ação, era trazida à tona a discussão sobre igualdade de gênero: todo mundo pode vestir o que quiser.

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